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Dia 172 - A disciplina na igreja resulta em santidade



Portanto, meus amados, tendo tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.

Pedimos que vocĂªs nos acolham em seu coraĂ§Ă£o. NĂ£o tratamos ninguĂ©m com injustiça, nĂ£o prejudicamos ninguĂ©m, nĂ£o exploramos ninguĂ©m.

NĂ£o falo para condenar vocĂªs. Porque eu jĂ¡ disse que vocĂªs estĂ£o em nosso coraĂ§Ă£o para, juntos, morrermos e vivermos.

Estou sendo bem franco com vocĂªs e tenho muito orgulho de vocĂªs. Sinto-me grandemente confortado e transbordo de alegria em meio a toda a nossa tribulaĂ§Ă£o.

Porque, quando chegamos Ă  MacedĂ´nia, nĂ£o tivemos nenhum alĂ­vio. Pelo contrĂ¡rio, em tudo fomos atribulados: lutas por fora, temores por dentro.

Porém Deus, que consola os abatidos, nos consolou com a chegada de Tito.

E nĂ£o somente com a chegada dele, mas tambĂ©m pelo consolo que recebeu de vocĂªs. Ele nos falou da saudade, do pranto e do zelo que vocĂªs tĂªm por mim, aumentando, assim, a minha alegria.

Porque, mesmo que eu tenha entristecido vocĂªs com a minha carta, nĂ£o me arrependo — embora jĂ¡ tenha me arrependido, pois vi que aquela carta os deixou tristes, ainda que por breve tempo.

Mas agora me alegro, nĂ£o porque vocĂªs ficaram tristes, mas porque essa tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocĂªs foram entristecidos segundo Deus, para que, de nossa parte, nĂ£o sofressem nenhum dano.

Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvaĂ§Ă£o, que a ninguĂ©m traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte.

Vejam quanto cuidado produziu em vocĂªs o fato de serem entristecidos segundo Deus! Que defesa, que indignaĂ§Ă£o, que temor, que saudade, que zelo, que desejo de punir o culpado! Em tudo vocĂªs se mostraram inocentes neste assunto.

Portanto, embora eu tenha escrito aquela carta, nĂ£o foi por causa daquele que fez o mal, nem por causa daquele que sofreu a afronta, mas para que fosse manifesto entre vocĂªs, diante de Deus, o cuidado que vocĂªs tĂªm por nĂ³s.

Foi por isso que nos sentimos consolados. E, acima desta nossa consolaĂ§Ă£o, muito mais nos alegramos pelo contentamento de Tito, porque todos vocĂªs trouxeram refrigĂ©rio ao espĂ­rito dele.

Porque, se falei a ele com certo orgulho a respeito de vocĂªs, nĂ£o fiquei envergonhado. Pelo contrĂ¡rio, como tudo que falamos a vocĂªs era verdade, tambĂ©m os elogios que, na presença de Tito, fizemos a respeito de vocĂªs se mostraram verdadeiros.

E o grande afeto que ele tem por vocĂªs aumenta cada vez mais, quando ele se lembra da obediĂªncia de todos vocĂªs, de como o receberam com temor e tremor.

Alegro-me porque, em tudo, posso confiar em vocĂªs.

2 CorĂ­ntios 7.1-16


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