Introdução
Tem dado o que falar as mais recentes manifestações “artísticas” que fazem apologia à pedofilia, pornografia, homossexualidade e tudo o mais que a Bíblia condena. Se por um lado parte da comunidade cristã escandaliza e tenta entrar numa “batalha” quase que física, outros se atemorizam e pensam que seremos dominados e, quem sabe, exterminados.
Para mim, nada disto nem é novidade nem me assusta. Eu diria até que a exposição Queermuseu, e suas congêneres, fazem parte do plano de Deus. Para mim, Deus “conduz” as pessoas a tais ações pois elas precisam ser punidas por seus atos.
Romanos 1.16-32 nos descreve um quadro tão abominável quanto o momento atual. Ouso dizer que não estamos melhor nem pior do que os dias em que Paulo escreveu sua mais profunda carta.
A Roma (e o mundo) de Paulo
Nos dias do apóstolo Paulo, quem não fosse instruído na sabedoria grega(filosofia) era ridicularizado. Em nossos dias, a intelectualidade mundial se proclama ateia. Não é chique ser religioso. Para ser aceitável no mundo acadêmico é necessário ser cético, agnóstico ou ateu. Paulo está dizendo que de modo algum ele se envergonhava de proclamar a fé. Para ele, o Evangelho é o poder de Deus para salvar os homens de qualquer raça, povo, língua e nação.
O motivo de não se envergonhar é porque este evangelho é o que descortina a justiça de Deus. Um dos atributos de Deus mais latente na Escritura é a justiça. Neste sentido, ser justo é garantir o cumprimento da lei, ou seja, punir o faltoso.
Quando alguém comete um crime, clamamos por justiça, que é o mesmo que dizer que clamamos pela punição do faltoso na medida do seu crime. Ora, do ponto de vista legal, um juiz que não pune o faltoso é injusto. Por outro lado, ao sentenciar o réu, há justiça. Assim, não podemos culpar Deus de injusto por punir o pecador. Tendo em vista que a pena (o salário) do pecado é a morte, logo Deus é justo precisamente pelo fato de aplicar a sentença.
Por outro lado, aquele que é justo não pode ser punido. Assim, as pessoas justas não são punidas. E quem são os justos? É o Evangelho que revela quem é justo: aquele que vive pela fé. Fé em Cristo com o único Senhor. Fé nos méritos de Cristo e não nos méritos pessoais.
Nos capítulos de 2 a 9 Paulo vai provar como a humanidade está toda ela perdida diante de Deus, como em: 3.1-23; 5.12-19; 6.23. Contudo, neste mesmo intervalo, nos aponta Cristo como sendo o nosso justificador. Em Cristo somos considerados justo, por isso, não seremos punidos. São os méritos de Cristo que proporciona o sermos considerados justos.
Se o evangelho revela a graça justificadora de Deus, também revela a sua ira. Num primeiro momento pensa-se que a ira seja uma manifestação de cólera, uma irritação irracional, uma forte emoção. A ira de Deus é a manifestação e a ação prática de Deus em aplicar a justiça.
A ira de Deus é deixar o pecador se chafurdar no seu pecado
Para Deus não existe ateu. O Senhor dá provas de que ele existe. A criação manifesta a sua existência. Toda obra de arte ou de engenharia prova que existe um Arquiteto.
A loucura dos ímpios está em negar o óbvio, o real. Em qualquer país, as leis são publicadas num “Diário Oficial”. Um dia tomei uma multa de carro. O artigo era um que dizia que eu não posso trafegar muito próximo do bordo da pista. Em minhas 30 aulas de direção, nunca fui informado disto. Não adiantou eu alegar tal fato. A J.A.R.I. disse que o Código de Trânsito é público e é minha obrigação conhecê-lo.
Qualquer coisa na natureza prova que tem que existir, é necessário existir, um Criador. Quem nega isto o faz conscientemente que é uma mentira. Logo, a humanidade é indesculpável.
O que fizeram estes loucos? Criaram deuses particulares. Ídolos. Curvam-se diante das criaturas imperfeitas e irracionais, como os astros e animais.
As pessoas que recusam reconhecerem a Deus mesmo diante de infinitas provas de sua existência, são duplamente punidas. Serão no futuro, ao serem lançadas na prisão eterna. Todavia, neste exato momento estão sofrendo as consequências de suas sandices.
É como se Deus dissesse: "é violência que você quer, então toma violência". Uma vez um homem pegou o filho fumando. Ele então comprou uma grande quantidade de cigarros e o fez fumar todos de uma vez, a ponto de o menino passar mal, vomitar e até mesmo quase morrer. Não recomendamos este tipo de castigo, mas de certa forma o pai mostrou a este insano o quanto o cigarro era danoso.
Paulo está dizendo as práticas abomináveis que as pessoas fazem, o fazem por indução do próprio Deus. A palavra no original também pode descrever uma ação de entrega por traição. Ou seja, Deus abandona/entrega os impiedosos nas suas próprias sujidades pois o que eles realmente amam e querem é fazer o que estão fazendo.
As práticas repugnantes - versos 24-31
A primeira delas descrita no verso 24 é imundícia, e significa desejos sexuais impuros e pervertidos. Estes desejos profundos do coração os fazem desonrarem seus corpos. E a lista segue pelos versos seguintes, descrevendo as mais nojentas e abjetas ações:
Idolatria, desejos ardentes por tudo que é reprovável, relações homossexuais, injustiça, bestialidades sexuais, amor ao dinheiro, iniquidade, corrupção, desejo intenso ter tomar tudo o que é do outro. Violência, assassinatos, intrigas, fofoca, calúnia. Sem nenhum respeito por Deus, arrogantes, autossuficientes, "inventores de males", "desobedientes aos pais". Sem nenhuma piedade para com o próximo.
A corrupção da humanidade vai a tal ponto que mesmo alguns que não chegam tão fundo no poço, ainda assim aprovam, ou concordam com quem pratica tais atos. A humanidade sabe que isto é errado. Estes atos são universalmente reprováveis. Em qualquer cultura do mundo matar, adulterar, por exemplo, é considerado imoral e pecado. Assim, não há desculpas.
O que devemos fazer
1- Precisamos reconhecer que Deus existe, é justo e vai aplicar sua justiça
2- Em sua misericórdia, Deus salva o mais terrível pecador. Basta que ele exerça fé em Cristo, confesse e se arrependa de seus pecados - Rm 10.9,10.
3- Os ímpios estão sendo punidos ao serem entregues às suas paixões repugnantes. E serão eternamente aprisionados no inferno.
Conclusão
Sim. As manifestações de atos repugnantes, o crescimento do apoio por parte de quem exerce forte opinião pública tem nos assustados. Porém, aquele que conhece a Palavra de Deus não se atemoriza. Até mesmo podemos dizer que tudo o que está acontecendo é ação do Soberano Deus. É sinal claro e inequívoco de que um Deus justo está executando justiça agora mesmo contra todo aquele que recusa reconhecê-lo.
Quanto aos crentes verdadeiros, pessoas salvas e justificadas mediante a fé, eles estão a salvo, indo ao encontro do seu Senhor para com ele habitar para sempre num futuro próximo.
Tem dado o que falar as mais recentes manifestações “artísticas” que fazem apologia à pedofilia, pornografia, homossexualidade e tudo o mais que a Bíblia condena. Se por um lado parte da comunidade cristã escandaliza e tenta entrar numa “batalha” quase que física, outros se atemorizam e pensam que seremos dominados e, quem sabe, exterminados.
Para mim, nada disto nem é novidade nem me assusta. Eu diria até que a exposição Queermuseu, e suas congêneres, fazem parte do plano de Deus. Para mim, Deus “conduz” as pessoas a tais ações pois elas precisam ser punidas por seus atos.
Romanos 1.16-32 nos descreve um quadro tão abominável quanto o momento atual. Ouso dizer que não estamos melhor nem pior do que os dias em que Paulo escreveu sua mais profunda carta.
A Roma (e o mundo) de Paulo
Nos dias do apóstolo Paulo, quem não fosse instruído na sabedoria grega(filosofia) era ridicularizado. Em nossos dias, a intelectualidade mundial se proclama ateia. Não é chique ser religioso. Para ser aceitável no mundo acadêmico é necessário ser cético, agnóstico ou ateu. Paulo está dizendo que de modo algum ele se envergonhava de proclamar a fé. Para ele, o Evangelho é o poder de Deus para salvar os homens de qualquer raça, povo, língua e nação.
O motivo de não se envergonhar é porque este evangelho é o que descortina a justiça de Deus. Um dos atributos de Deus mais latente na Escritura é a justiça. Neste sentido, ser justo é garantir o cumprimento da lei, ou seja, punir o faltoso.
Quando alguém comete um crime, clamamos por justiça, que é o mesmo que dizer que clamamos pela punição do faltoso na medida do seu crime. Ora, do ponto de vista legal, um juiz que não pune o faltoso é injusto. Por outro lado, ao sentenciar o réu, há justiça. Assim, não podemos culpar Deus de injusto por punir o pecador. Tendo em vista que a pena (o salário) do pecado é a morte, logo Deus é justo precisamente pelo fato de aplicar a sentença.
Por outro lado, aquele que é justo não pode ser punido. Assim, as pessoas justas não são punidas. E quem são os justos? É o Evangelho que revela quem é justo: aquele que vive pela fé. Fé em Cristo com o único Senhor. Fé nos méritos de Cristo e não nos méritos pessoais.
Nos capítulos de 2 a 9 Paulo vai provar como a humanidade está toda ela perdida diante de Deus, como em: 3.1-23; 5.12-19; 6.23. Contudo, neste mesmo intervalo, nos aponta Cristo como sendo o nosso justificador. Em Cristo somos considerados justo, por isso, não seremos punidos. São os méritos de Cristo que proporciona o sermos considerados justos.
Se o evangelho revela a graça justificadora de Deus, também revela a sua ira. Num primeiro momento pensa-se que a ira seja uma manifestação de cólera, uma irritação irracional, uma forte emoção. A ira de Deus é a manifestação e a ação prática de Deus em aplicar a justiça.
A ira de Deus é deixar o pecador se chafurdar no seu pecado
Para Deus não existe ateu. O Senhor dá provas de que ele existe. A criação manifesta a sua existência. Toda obra de arte ou de engenharia prova que existe um Arquiteto.
A loucura dos ímpios está em negar o óbvio, o real. Em qualquer país, as leis são publicadas num “Diário Oficial”. Um dia tomei uma multa de carro. O artigo era um que dizia que eu não posso trafegar muito próximo do bordo da pista. Em minhas 30 aulas de direção, nunca fui informado disto. Não adiantou eu alegar tal fato. A J.A.R.I. disse que o Código de Trânsito é público e é minha obrigação conhecê-lo.
Qualquer coisa na natureza prova que tem que existir, é necessário existir, um Criador. Quem nega isto o faz conscientemente que é uma mentira. Logo, a humanidade é indesculpável.
O que fizeram estes loucos? Criaram deuses particulares. Ídolos. Curvam-se diante das criaturas imperfeitas e irracionais, como os astros e animais.
As pessoas que recusam reconhecerem a Deus mesmo diante de infinitas provas de sua existência, são duplamente punidas. Serão no futuro, ao serem lançadas na prisão eterna. Todavia, neste exato momento estão sofrendo as consequências de suas sandices.
É como se Deus dissesse: "é violência que você quer, então toma violência". Uma vez um homem pegou o filho fumando. Ele então comprou uma grande quantidade de cigarros e o fez fumar todos de uma vez, a ponto de o menino passar mal, vomitar e até mesmo quase morrer. Não recomendamos este tipo de castigo, mas de certa forma o pai mostrou a este insano o quanto o cigarro era danoso.
Paulo está dizendo as práticas abomináveis que as pessoas fazem, o fazem por indução do próprio Deus. A palavra no original também pode descrever uma ação de entrega por traição. Ou seja, Deus abandona/entrega os impiedosos nas suas próprias sujidades pois o que eles realmente amam e querem é fazer o que estão fazendo.
As práticas repugnantes - versos 24-31
A primeira delas descrita no verso 24 é imundícia, e significa desejos sexuais impuros e pervertidos. Estes desejos profundos do coração os fazem desonrarem seus corpos. E a lista segue pelos versos seguintes, descrevendo as mais nojentas e abjetas ações:
Idolatria, desejos ardentes por tudo que é reprovável, relações homossexuais, injustiça, bestialidades sexuais, amor ao dinheiro, iniquidade, corrupção, desejo intenso ter tomar tudo o que é do outro. Violência, assassinatos, intrigas, fofoca, calúnia. Sem nenhum respeito por Deus, arrogantes, autossuficientes, "inventores de males", "desobedientes aos pais". Sem nenhuma piedade para com o próximo.
A corrupção da humanidade vai a tal ponto que mesmo alguns que não chegam tão fundo no poço, ainda assim aprovam, ou concordam com quem pratica tais atos. A humanidade sabe que isto é errado. Estes atos são universalmente reprováveis. Em qualquer cultura do mundo matar, adulterar, por exemplo, é considerado imoral e pecado. Assim, não há desculpas.
O que devemos fazer
1- Precisamos reconhecer que Deus existe, é justo e vai aplicar sua justiça
2- Em sua misericórdia, Deus salva o mais terrível pecador. Basta que ele exerça fé em Cristo, confesse e se arrependa de seus pecados - Rm 10.9,10.
3- Os ímpios estão sendo punidos ao serem entregues às suas paixões repugnantes. E serão eternamente aprisionados no inferno.
Conclusão
Sim. As manifestações de atos repugnantes, o crescimento do apoio por parte de quem exerce forte opinião pública tem nos assustados. Porém, aquele que conhece a Palavra de Deus não se atemoriza. Até mesmo podemos dizer que tudo o que está acontecendo é ação do Soberano Deus. É sinal claro e inequívoco de que um Deus justo está executando justiça agora mesmo contra todo aquele que recusa reconhecê-lo.
Quanto aos crentes verdadeiros, pessoas salvas e justificadas mediante a fé, eles estão a salvo, indo ao encontro do seu Senhor para com ele habitar para sempre num futuro próximo.


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