Introdução
No Brasil, a partir dos anos 90, popularizou a ordenação de mulheres ao ministério pastoral. De lá para cá, só fez crescer o número de pastoras, bispas, apóstolas, episcopisas,...
Todavia, a Bíblia realmente autoriza a ordenação feminina de pastoras? De um lado estão os que dizem que sim; do outro, os contrários. Como lidar com esta realidade de maneira saudável?
Diferença entre dom e ofício
Dom é uma habilidade que todos os seres humanos possuem. E todos eles são dádivas de Deus, pois ele é nosso criador. Assim, temos pessoas com habilidades natas para a música, esportes, artes, etc. De acordo com Rm 12.6-8, sete habilidades naturais são extremamente úteis na Igreja. Tomando apenas duas como exemplo, temos:
O que faz um ministro do Evangelho um ministro do Evangelho, em outras palavras, o que faz de um pastor um Pastor é a autoridade concedida por Deus, estabelecida nas Escrituras, mediante a consagração de outros pastores que foram consagrados antes dele, retrocedendo assim até aos apóstolos e a Cristo.
Antes de prosseguir, preciso dizer que não se trata aqui de sucessão apostólica, mas sim de transmissão de autoridade espiritual para o exercício do ministério pastoral.
Em resumo, nem toda pessoa que tem dom necessário ao exercício do ministério pastoral será um pastor. Isto vale para homens e mulheres. Mas todo homem que almeja ser pastor, precisa ter as qualificações. Elas são especialmente listadas em 1Tm 3.1-7; 1; Tt 1.6-9.
Assim, estabelecemos que dom são as habilidades e ofício a autoridade, a unção, a permissão.
Princípio de autoridade.
Está claro nas escrituras que desde a criação, Deus estabeleceu por sua plena soberania, dar papeis distintos aos homens e às mulheres. Deus colocou o homem como autoridade sobre a mulher. A Bíblia fala em termos de cabeça. “Quero, porém, que entendam que o cabeça de todo homem é Cristo, e o cabeça da mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus” – 1Co 11.3.
Ao criar o homem, Deus deu a ele a autoridade sobre toda a criação, inclusive sobre Eva. Quando assistimos uma cerimônia de casamento, ninguém precisa explicar em detalhes o que acontece pois todos sabemos, culturalmente, o que de fato acontece. Ao dar a Adão a autoridade de escolher nomes, não precisou ser dito em palavras algo como: “tu serás o líder, o cabeça, sobre tudo”. Qualquer criança sabe que quem dá nome é quem tem autoridade sobre aquilo que está nomeando.
Gn 2.23: “Disse então o homem: "Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada".
Não foi Deus quem disse a Adão: “criei a mulher para você”. Foi Adão quem disse a Deus: “Eu a chamarei de mulher.”
Em Gn 3.20 é Adão que troca o nome de Mulher para Eva: “Adão deu à sua mulher o nome de Eva, pois ela seria mãe de toda a humanidade.
Desta forma, ficou estabelecido, não pelos homens, mas pelo próprio Deus trino criador que o homem teria autoridade sobre a mulher. É por isso que rechaçamos, repugnamos e não aceitamos que este ato soberano de Deus seja confundido com machismo.
O homem ser o cabeça da mulher e, por sua vez, a mulher ser submissa ao marido, não configura machismo, mas sim a vontade do Criador.
Efeitos da queda
Ao pecarem, ambos distorceram a vontade de Deus. Ai sim, concordo que as consequências do pecado trouxeram malefícios à humanidade. O homem passou a exercer a tirania e a mulher a rebeldia. O homem passou a dominar pela força a mulher e esta a querer tomar o lugar e o papel de líder. Lemos isto em Gn 3.16b: “Seu desejo será para o seu marido, e ele a dominará".
Em Gn 4.7, quando Deus alerta Caim que não matasse o irmão, o Senhor afirma que o pecado estava incentivando-o a matar. Caim deveria resistir a este desejo que incitava-o a fazer o que é errado. A mesma ideia é aplicada a Eva, alertando-a que o desejo dela seria o de se posicionar contra, em oposição, ao marido.
Resumindo: a insubmissão, a não aceitação do homem como líder é um desejo pecaminoso que tem que ser refutado, conforme Rm 12.2, que diz para não aceitarmos as formas que o mundo apresenta para nós, mas lutemos para metamorfosear nossos conceitos vindos do mundo em conceitos alicerçados nas Escrituras.
Liderança Espiritual
O ministério pastoral é o exercício de liderança espiritual. Em At 20.28 Paulo diz: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue”. Bispo é sinônimo de líder, gerente, supervisor. Ou seja, autoridade Espiritual.
Os judeus, enquanto nação, tinha dois ofícios que eram ritualmente consagrados: sacerdote e rei. O povo hebreu foi o único a nunca ter uma sacerdotisa. Nunca uma mulher foi líder espiritual em Israel e Judá. Rainha tiveram duas: Jezabel e Atália, porém Jezabel era esposa de Acabe, um rei fraco, um banana que era pau-mandado da mulher. Atália usurpou o trono. Elas nunca foram ordenadas nem ungidas.
Na Igreja primitiva, nenhuma mulher ocupou nenhum ofício. Inimigos da sã doutrina e muitas pessoas incautas, às vezes sinceras, porém, incautas, distorcem alguns textos, para apoiar a defesa da ordenação feminina. Contudo, um exame mais cuidadoso nos prova que estão errados. Outrossim, há ao menos três textos onde se proíbe tacitamente que mulheres exerçam autoridade espiritual, episcopado, na Igreja.
Em 1Co 11.1-16 é justificado porque o homem tem autoridade sobre a mulher também na Igreja. Paulo irá falar do princípio de autoridade. Detalhar o capítulo aqui foge ao objetivo deste artigo, mas em um resumo, o que está sendo ensinado é:
Nota-se que a mulher não está proibida de orar ou profetizar na Igreja. Ela não pode é exercer autoridade ministerial (pastora) na Igreja. Vemos que a seguir, no cap. 14.29-35, quando se trata de disciplinar homens na Igreja, a instrução para as mulheres é: fiquem caladas na igreja.
A instrução aqui é que a mulher não pode questionar o ensino autorizado das Escrituras. Se uma mulher perceber que um pregador falou algo em desacordo com a Bíblia, ela não poderia questionar isto na assembleia do povo. Ela deveria, em sua casa, conversar com o marido, ou estaria ferindo o princípio de autoridade espiritual que não lhe é concedido.
1Tm 2.11-15: “A mulher deve aprender em silêncio, com toda a sujeição. Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva. E Adão não foi enganado, mas sim a mulher, que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora. Entretanto, a mulher será salva dando à luz filhos — se elas permanecerem na fé, no amor e na santidade, com bom senso”.
Na verdade, o capítulo 2 é instrução divina a Timóteo de como proceder nos cultos públicos, e introduz o cap. 3, onde veremos as condições restritas e irrevogáveis para a ordenação de bispos (líderes espirituais) da Igreja.
Neste capítulo, tanto homens quanto mulheres participam do mesmo culto. As mulheres não podem exercer ofício de autoridade. A justificativa de Paulo é teológica e criacional, e não antropológica.
Paulo não diz que a mulher é um ser inferior, incompetente, subalterna. Em outras palavras, ele não é um misógino ou sexista. Ele justifica dizendo: é assim porque Deus criou assim.
Um detalhe que passa despercebido (Satanás tem todo interesse nisto). A mulher exerce autoridade sobre os filhos. É na maternidade que a mulher exerce autoridade. Neste sentido, ela o exerce sobre os filhos homens também. Quer a mulher exercer autoridade, seja mãe.
Quando Deus criou a mulher, deu a ela o mais nobre papel da criação: gerar outro ser humano. Lamentavelmente Satanás tem conseguido distorcer a beleza e a grandeza desta obra, fazendo a mulher rejeitar tal tarefa dada pelo criador.
Além disso, como ajudadora (Gn 2.18), a mulher se assemelha ao próprio Deus, que sempre foi o ajudador, o protetor, o cuidador, o alimentador, de Israel (Sl 10.14; 28.7; 30.10; 54.4). Literalmente a mulher gera vida, em seu ventre e depois amamentando e cuidado. Sem a mulher não existe humanidade.
Mas elas (algumas) não querem isto... Querem ser... pastoras.
Conclusão
Está claro nas Escrituras que Deus deu papeis diferentes a homens e mulheres. Os papeis são apenas funções e não dignidade. Homens e mulheres são igualmente dignos diante de deus. Entretanto, exercem papeis diferentes.
O pecado distorceu os papeis. Transformou o homem em tirano e a mulher em rebelde. Cristo anula na cruz este efeito da queda. Porém, nossa natureza pecaminosa luta contra nosso espírito para não fazermos o que convém.
As verdadeiras mulheres aceitam seu papel dado por Deus com alegria e os homens, igualmente, assumem o que lhes cabe de direito. Cada um em seu devido lugar, exercendo seus papeis com amor e humildade, para a glória de Deus.
No Brasil, a partir dos anos 90, popularizou a ordenação de mulheres ao ministério pastoral. De lá para cá, só fez crescer o número de pastoras, bispas, apóstolas, episcopisas,...
Todavia, a Bíblia realmente autoriza a ordenação feminina de pastoras? De um lado estão os que dizem que sim; do outro, os contrários. Como lidar com esta realidade de maneira saudável?
Diferença entre dom e ofício
Dom é uma habilidade que todos os seres humanos possuem. E todos eles são dádivas de Deus, pois ele é nosso criador. Assim, temos pessoas com habilidades natas para a música, esportes, artes, etc. De acordo com Rm 12.6-8, sete habilidades naturais são extremamente úteis na Igreja. Tomando apenas duas como exemplo, temos:
- Profecia, que neste sentido é o mesmo que oratória, falar bem. Assim, pessoas usam esta habilidade para fazer discurso. É um dom indispensável a ministros do Evangelho como também a políticos.
- Ensino. Quem nunca passou pela situação de ter um professor que parece saber tudo sobre a matéria, mas não consegue nos ensinar? Ensinar bem é um dom!
O que faz um ministro do Evangelho um ministro do Evangelho, em outras palavras, o que faz de um pastor um Pastor é a autoridade concedida por Deus, estabelecida nas Escrituras, mediante a consagração de outros pastores que foram consagrados antes dele, retrocedendo assim até aos apóstolos e a Cristo.
Antes de prosseguir, preciso dizer que não se trata aqui de sucessão apostólica, mas sim de transmissão de autoridade espiritual para o exercício do ministério pastoral.
Em resumo, nem toda pessoa que tem dom necessário ao exercício do ministério pastoral será um pastor. Isto vale para homens e mulheres. Mas todo homem que almeja ser pastor, precisa ter as qualificações. Elas são especialmente listadas em 1Tm 3.1-7; 1; Tt 1.6-9.
Assim, estabelecemos que dom são as habilidades e ofício a autoridade, a unção, a permissão.
Princípio de autoridade.
Está claro nas escrituras que desde a criação, Deus estabeleceu por sua plena soberania, dar papeis distintos aos homens e às mulheres. Deus colocou o homem como autoridade sobre a mulher. A Bíblia fala em termos de cabeça. “Quero, porém, que entendam que o cabeça de todo homem é Cristo, e o cabeça da mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus” – 1Co 11.3.
Ao criar o homem, Deus deu a ele a autoridade sobre toda a criação, inclusive sobre Eva. Quando assistimos uma cerimônia de casamento, ninguém precisa explicar em detalhes o que acontece pois todos sabemos, culturalmente, o que de fato acontece. Ao dar a Adão a autoridade de escolher nomes, não precisou ser dito em palavras algo como: “tu serás o líder, o cabeça, sobre tudo”. Qualquer criança sabe que quem dá nome é quem tem autoridade sobre aquilo que está nomeando.
Gn 2.23: “Disse então o homem: "Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada".
Não foi Deus quem disse a Adão: “criei a mulher para você”. Foi Adão quem disse a Deus: “Eu a chamarei de mulher.”
Em Gn 3.20 é Adão que troca o nome de Mulher para Eva: “Adão deu à sua mulher o nome de Eva, pois ela seria mãe de toda a humanidade.
Desta forma, ficou estabelecido, não pelos homens, mas pelo próprio Deus trino criador que o homem teria autoridade sobre a mulher. É por isso que rechaçamos, repugnamos e não aceitamos que este ato soberano de Deus seja confundido com machismo.
O homem ser o cabeça da mulher e, por sua vez, a mulher ser submissa ao marido, não configura machismo, mas sim a vontade do Criador.
Efeitos da queda
Ao pecarem, ambos distorceram a vontade de Deus. Ai sim, concordo que as consequências do pecado trouxeram malefícios à humanidade. O homem passou a exercer a tirania e a mulher a rebeldia. O homem passou a dominar pela força a mulher e esta a querer tomar o lugar e o papel de líder. Lemos isto em Gn 3.16b: “Seu desejo será para o seu marido, e ele a dominará".
Em Gn 4.7, quando Deus alerta Caim que não matasse o irmão, o Senhor afirma que o pecado estava incentivando-o a matar. Caim deveria resistir a este desejo que incitava-o a fazer o que é errado. A mesma ideia é aplicada a Eva, alertando-a que o desejo dela seria o de se posicionar contra, em oposição, ao marido.
Resumindo: a insubmissão, a não aceitação do homem como líder é um desejo pecaminoso que tem que ser refutado, conforme Rm 12.2, que diz para não aceitarmos as formas que o mundo apresenta para nós, mas lutemos para metamorfosear nossos conceitos vindos do mundo em conceitos alicerçados nas Escrituras.
Liderança Espiritual
O ministério pastoral é o exercício de liderança espiritual. Em At 20.28 Paulo diz: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue”. Bispo é sinônimo de líder, gerente, supervisor. Ou seja, autoridade Espiritual.
Os judeus, enquanto nação, tinha dois ofícios que eram ritualmente consagrados: sacerdote e rei. O povo hebreu foi o único a nunca ter uma sacerdotisa. Nunca uma mulher foi líder espiritual em Israel e Judá. Rainha tiveram duas: Jezabel e Atália, porém Jezabel era esposa de Acabe, um rei fraco, um banana que era pau-mandado da mulher. Atália usurpou o trono. Elas nunca foram ordenadas nem ungidas.
Na Igreja primitiva, nenhuma mulher ocupou nenhum ofício. Inimigos da sã doutrina e muitas pessoas incautas, às vezes sinceras, porém, incautas, distorcem alguns textos, para apoiar a defesa da ordenação feminina. Contudo, um exame mais cuidadoso nos prova que estão errados. Outrossim, há ao menos três textos onde se proíbe tacitamente que mulheres exerçam autoridade espiritual, episcopado, na Igreja.
Em 1Co 11.1-16 é justificado porque o homem tem autoridade sobre a mulher também na Igreja. Paulo irá falar do princípio de autoridade. Detalhar o capítulo aqui foge ao objetivo deste artigo, mas em um resumo, o que está sendo ensinado é:
- Cristo é o Cabeça do homem. O homem é o cabeça da mulher – v.3
-
O homem é a glória de Deus. A mulher é a glória do homem – v.7
- Deus cria a mulher a partir do Homem, não o contrário – v.8
- A mulher foi criada para o homem. O contrário não é verdadeiro – v.9
Nota-se que a mulher não está proibida de orar ou profetizar na Igreja. Ela não pode é exercer autoridade ministerial (pastora) na Igreja. Vemos que a seguir, no cap. 14.29-35, quando se trata de disciplinar homens na Igreja, a instrução para as mulheres é: fiquem caladas na igreja.
Tratando-se de profetas, falem dois ou três, e os outros julguem cuidadosamente o que foi dito. Se vier uma revelação a alguém que está sentado, cale-se o primeiro. Pois vocês todos podem profetizar, cada um por sua vez, de forma que todos sejam instruídos e encorajados. Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos, permaneçam as mulheres em silêncio nas igrejas, pois não lhes é permitido falar; antes permaneçam em submissão, como diz a lei”. Se quiserem aprender alguma coisa, que perguntem a seus maridos em casa; pois é vergonhoso uma mulher falar na igreja.
1Tm 2.11-15: “A mulher deve aprender em silêncio, com toda a sujeição. Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva. E Adão não foi enganado, mas sim a mulher, que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora. Entretanto, a mulher será salva dando à luz filhos — se elas permanecerem na fé, no amor e na santidade, com bom senso”.
Na verdade, o capítulo 2 é instrução divina a Timóteo de como proceder nos cultos públicos, e introduz o cap. 3, onde veremos as condições restritas e irrevogáveis para a ordenação de bispos (líderes espirituais) da Igreja.
Neste capítulo, tanto homens quanto mulheres participam do mesmo culto. As mulheres não podem exercer ofício de autoridade. A justificativa de Paulo é teológica e criacional, e não antropológica.
Paulo não diz que a mulher é um ser inferior, incompetente, subalterna. Em outras palavras, ele não é um misógino ou sexista. Ele justifica dizendo: é assim porque Deus criou assim.
Um detalhe que passa despercebido (Satanás tem todo interesse nisto). A mulher exerce autoridade sobre os filhos. É na maternidade que a mulher exerce autoridade. Neste sentido, ela o exerce sobre os filhos homens também. Quer a mulher exercer autoridade, seja mãe.
Quando Deus criou a mulher, deu a ela o mais nobre papel da criação: gerar outro ser humano. Lamentavelmente Satanás tem conseguido distorcer a beleza e a grandeza desta obra, fazendo a mulher rejeitar tal tarefa dada pelo criador.
Além disso, como ajudadora (Gn 2.18), a mulher se assemelha ao próprio Deus, que sempre foi o ajudador, o protetor, o cuidador, o alimentador, de Israel (Sl 10.14; 28.7; 30.10; 54.4). Literalmente a mulher gera vida, em seu ventre e depois amamentando e cuidado. Sem a mulher não existe humanidade.
Mas elas (algumas) não querem isto... Querem ser... pastoras.
Conclusão
Está claro nas Escrituras que Deus deu papeis diferentes a homens e mulheres. Os papeis são apenas funções e não dignidade. Homens e mulheres são igualmente dignos diante de deus. Entretanto, exercem papeis diferentes.
O pecado distorceu os papeis. Transformou o homem em tirano e a mulher em rebelde. Cristo anula na cruz este efeito da queda. Porém, nossa natureza pecaminosa luta contra nosso espírito para não fazermos o que convém.
As verdadeiras mulheres aceitam seu papel dado por Deus com alegria e os homens, igualmente, assumem o que lhes cabe de direito. Cada um em seu devido lugar, exercendo seus papeis com amor e humildade, para a glória de Deus.
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1 Comentários
os tempos mudaram, naquela época a mulher era proibida de adquirir conhecimento , alem de terem muitos filhos p cuidar.
ResponderExcluirConcordo Cristo é a cabeça da Igreja, ele mesmo disse Ide por todo o mundo e pregai o evangelho , logo o evangelho pregado não alcançou só aos homens , mas as mulheres tbam que passaram a pregar o evangelho logo são tbem pastora pois levam rebanhos ao Senhor Jesus, quando ganham almas para Cristo. E o que seria do mundo se não fosse a atuação da mulher no evangelho.
Não use palavras ofensivas.