Subscribe Us

Qual a implicação de mulheres servirem como pastoras?


Tem-se discutido muito a questão das mulheres poderem ser ou não pastoras do ponto de vista bíblico. Pessoalmente, sou contra, não porque sou machista, mas porque a Bíblia proíbe que as mulheres exerçam autoridade eclesiástica na Igreja.

No entanto, aquelas que estão em desobediência perdem sua salvação? Elas irão, e/ou levarão seus liderados para o inferno?
A resposta: é não!

Sendo assim, de que adianta "brigar" por esta questão. Se vamos todos para o céu, por que não deixar a mulherada serem pastoras, já que no fim todos seremos salvos (desde que exerçamos a fé em Cristo)?
Penso que as implicações são a degradação da família, da sociedade. Costumamos dizer que "um abismo chama outro abismo" e aplicamos isto a que um pecado chama outro, e a consequência desastrosa de um pecado traz outra pior ainda.

Quando as mulheres abandonam suas tarefas que Deus destinou a elas para fazerem aquilo que é próprio dos homens, a família, em primeiro lugar, e a sociedade, em segundo, saem perdendo.

Na áreas da Teologia, as consequências da insistência das mulheres em exercer a autoridade é o enfraquecimento da Bíblia como autoridade máxima em questão de fé e prática. Isto porque, para defenderem o seu pastorado, o que a Bíblia condena, elas (e os homens que defendem o mesmo) forçosamente têm que enfraquecer a argumentação bíblica.

Num primeiro momento dizem que não, mas todo aquele(a) que é honesto verá que não há como desqualificar a Bíblia, uma vez que a proibição da mulher exercer autoridade é clara com o sol de meio dia.

Num segundo momento, a Igreja sofre. O papel da mulher no cuidado da família fica dividido com o ministério, e isto toma dela o tempo e a energia necessária. Neste ponto podemos aplicar não apenas ao ministério, mas a toda sociedade quando a mulher deixa suas atividade no lar para cuidar de carreiras, ainda que seja uma simples comerciária.

Em 1995 fiz um laboratório. Peguei 3 casais: (a) marido e mulher funcionários de um grande banco; (b) marido funcionário do mesmo banco, esposa do lar; (c) marido, catador de lixo formado em matemática, mas que por falta de emprego, trabalhava de gari.

O casal (a) tinha uma bela casa, dois carros, filhos na escola particular... Uma bela vida de classe média-alta.

O casal (b) tinha uma bela casa, um carros, filhos na escola particular... Uma bela vida de classe média-média.

O casal (c) morava na favela, não tinha casa própria, não tinha carro, filhos na escola pública... Uma vida de classe baixa.

Se a mulher do casal, (a) não estivesse trabalhando no banco, a vaga dela seria ocupada pelo matemático. Assim teríamos 3 famílias classe média-média.

Teríamos menos concentração de riqueza. O filho do casal (a), devido a ausência dos pais, especialmente da mãe, virou um drogado, cujo traficante usava o filho do casal (c) para servir de aviãozinho na venda das drogas.

O filho do casal (a) recebia mesada dos pais para comprar drogas, mas o filho do casal (b) tinha que roubar pois a mesada dele não dava para isto.

Sem aviãozinho não teríamos o traficante; sem o traficante, não teríamos a droga e os filhos de ambos os casais não geraria a violência em que estamos.

Mais ou menos acontece na Igreja. Quando tentamos tirar a força de um texto como: "a mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio" (1 Timóteo 2: 11 e 12), abrimos a porta para se questionar qualquer outro texto, inclusive o permitir que homossexuais assumam lideranças na Igreja.

Desta forma, muito mais do que qualquer preconceito, lutar pela real aplicação das escrituras, não reconhecendo o ministério pastoral feminino, é uma questão de não dar brecha para a destruição da Igreja de Cristo em nossos dias.


Postar um comentário

0 Comentários