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| Img: Reprodução da Internet |
Nos meus artigos sobre homossexualidade falei que este comportamento, em muitos casos, é resultado de abuso sexual na infância. Pesquisando sobre o assunto, achei muito material importante. Dos que eu achei, o site http://www.observatoriodainfancia.com.br é uma importante fonte de informação.
Devido ao grande número de acesso que meu site tem tido, segue abaixo uma informação que eu recebi por e-mail. Infelizmente não veio com citação de fonte, por isto não tenho como dar os créditos.
Prevenção do Abuso Sexual Infantil - Dúvidas, dicas, sugestões...
Pesquisa indica que 60 mil crianças por ano são vítimas de abuso no Brasil:
• 80% dos casos são contra meninas;
• 82% são crianças entre 2 e 10 anos;
• 90% dos casos a criança é abusada por alguém que conhece e ama; pela ordem, o pai biológico, o padrasto, tios, avôs e irmãos;
O que é abuso sexual contra crianças?
• Tocar os genitais para prazer sexual ou outra razão desnecessária;
• Fazer uma criança tocar os genitais de outra pessoa;
• Colocar objetos ou partes do corpo dentro da vulva, vagina, boca ou ânus da criança para prazer sexual ou outra razão desnecessária;
• Mostrar os genitais ou pornografia para uma criança;
• Fotografar criança em poses sexuais;
• Encorajar crianças a assistirem atos sexuais ao vivo ou em filme;
• Observar (voyerismo) crianças se vestindo ou usando o banheiro, em geral sem o conhecimento da criança.
Como identificar que uma criança pode estar sendo vítima de abuso sexual?
• Pesadelos, problemas para dormir, medo do escuro
• Medo excessivo de "monstros";
• Perda de apetite ou problemas ao comer ou engolir;
• Mudanças súbitas de humor: raiva, medo, introspecção...;
• Medo de pessoas ou lugares (demonstrando relutância em ficar sozinho com determinada pessoa ou mudança de humor na presença de determinada pessoa);
• Problemas estomacais frequentes sem razão identificável;
• Regressão de comportamento (ex. fazer xixi na cama ou usar chupetas depois da idade em que isso normalmente acontece);
• Atividades sexuais com brinquedos ou outras crianças ou pedir a amigos e irmãos para se comportar sexualmente;
• Nomes novos para partes íntimas do corpo;
• Recusar-se a falar sobre um "segredo" que tem com um adulto ou criança mais velha;
• Ter dinheiro inesperadamente;
• Se cortar ou queimar propositadamente, quando adolescente;
• Machucados, vermelhidão, sangramento ou dor inexplicáveis nos genitais, ânus ou boca; corrimentos ou fluidos leitosos na área genital.
Sinais de alerta - Os seguintes comportamentos em adultos ou adolescentes podem indicar que são molestadores:
• Recusa-se a deixar que a criança estabeleça seus próprios limites;
• Insiste em abraçar, pegar, beijar, brincar, fazer cócegas ou segurar uma criança mesmo que ela não queira;
• Insiste em ficar - ou dá um jeito de ficar - sozinho com criança, sem interrupções;
• Passa a maior parte do seu tempo livre com crianças e demonstra pouco interesse em ficar com pessoas da sua própria faixa etária;
• Se oferece frequentemente para tomar conta de uma ou mais crianças de graça;
• Compra presentes caros para crianças ou lhes dá dinheiro sem razão aparente;
• Frequentemente entra no banheiro quando crianças ou adolescentes o estão usando;
• Permite consistentemente que crianças ou adolescentes se saiam sem punição por atos impróprios;
• Conversa sobre atividade sexual de crianças ou adolescentes; fala sobre fantasias sexuais com crianças ou adolescentes e não demonstra conhecimento do que é ok para com crianças;
• Foi vítima de abuso sexual quando criança e não quer lidar com isso (se recusa a falar, fazer terapia, tratamento, etc.);
• Olha pornografia infantil ou junto com crianças;
• Pede ao seu parceiro sexual que se vista como criança com frequência;
• Frequentemente tem uma criança como "amigo especial";
• Faz piada sobre partes do corpo da criança ou chama a criança por nomes sexuais, como "garanhão", "vadia", etc..
No caso de você desconfiar de que uma criança esteja sendo abusada sexualmente, vítima de maus tratos ou de negligência, a recomendação é que seja feita uma denúncia ao Conselho Tutelar da Criança e Adolescente da sua cidade ou ao Sistema Nacional de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil: 0800-990500
Para prevenir:
As principais recomendações são que:
• A partir de um ano e meio, a criança comece a receber noções sobre o seu corpo;
• A partir dos 3 anos, os pais expliquem quais são os órgãos sexuais e ensinem aos filhos a reagir a qualquer tentativa de abuso
• Sempre se ouça o que a criança tem a dizer, por mais absurdo que seja. Mantenha um diálogo aberto e franco com seus filhos, com as crianças.
• No caso da criança dizer que está sofrendo abuso, não fazer drama ou escândalo, não duvidar. Reassegurar a criança que não é culpa dela, nem é errado ela dizer isso a você e procurar resolver a situação o mais rápido possível.
• Investir na autoestima das crianças (elogios, afirmação do seu valor, dar atenção, respeitar, etc..)
• Prestar atenção no comportamento de adultos que a rodeiam
• Tanto a criança, vítima do abuso, sua família e o abusador devem passar por terapia, tratamento psicológico adequado.


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