Introdução
Atos 19.1-7 registra a chegada de Paulo a Éfeso em sua terceira viagem missionária. Este pequeno relato nos mostra o nascimento da Igreja nesta cidade e revela-nos sobre temas importantes do cristianismo: condição de pessoas que não receberam a revelação plena do evangelho; diferença entre o batismo de João e o batismo de Cristo; línguas.
O texto
Paulo chega a Éfeso pouco depois da saída de Apolo para a Acaia. E ao que parece, Paulo e Apolo jamais se encontraram, apesar de um auxiliar ou completar o trabalho do outro (eu plantei; Apolo regou; mas Deus deu o crescimento – 1Co 3.6). Ali chegando, encontra discípulos, que em Atos é o mesmo que crente. Todavia, conheciam apenas o batismo de João Batista. Desconheciam a obra completa da Trindade e a própria Trindade. Conheciam o Pai, o Filho, mas “nem sequer ouvimos dizer que há Espírito Santo” (v. 2). Impondo Paulo as mãos, eles foram cheios do Espírito Santo, e como sinal, falaram em línguas.
Aplicações
1- Uma única condição para a salvação: Justificação pela fé.
“O justo viverá da fé”. Quatro vezes temos esta sentença na Bíblia, sendo a primeira em Hc 2.4 (Rm 1.17; Gl 3.11, Hb 10.38). Tanto na velha quanto na nova aliança, a salvação decorre da fé. E isto significa fé nos méritos de Cristo. Assim, Jesus Cristo é o nosso único e suficiente salvador. Nenhum mérito em nós mesmo, nenhuma obra que possamos fazer nos confere a Salvação. Se o Evangelho da salvação for resumido numa única frase, está é sem dúvida a única possível: o justo viverá pela fé.
Isto quer dizer que é possível pessoas salvas ainda que conheça parcialmente, ou mesmo com erros teológicos, todas as doutrinas das Escrituras
2- Necessidade de crescimento no aprendizado
A despeito do que é dito acima, crescer na graça e no conhecimento de Deus é uma ordem que os crentes devem cumprir, tanto no sentido de aprenderem quanto no sentido de ensinarem. Começando pela evangelização, indo até aos mais profundos ensinos das Escrituras. Mt 28.19,20; Cl 1.9,10; 2Pe 3.18.
3- Cada indivíduo será julgado de acordo como grau de revelação que ele recebeu (Mt 11.20-24; Lc 12.48).
Muitas vezes nos preocupamos com o outro que tem menos conhecimento das Escrituras que nós, e fazemos um juízo equivocado. Achamos que por sabermos mais, por temos mais luz, somos mais salvos que ele. Ou, em outras palavras, que ele ainda não é salvo.
Neste sentido, não devemos nos preocupar com outros. Devemos nos preocupar conosco mesmos. Qual a “porção” de revelação que eu tenho recebido? O que eu tenho feito com ela? Tenho obedecido ou tenho rejeitado?
Conclusão
Outros pontos importantes não foram analisados, como a diferença dos batismos e as línguas. No que diz respeito a salvação de pessoas que não recebem as revelações doutrinas mais amplas (para não dizer completas) vimos que Deus é justo e julgará cada um de nós de acordo com o que de fato nos foi recebido.
Tanto eu preciso crescer dia a dia no pleno conhecimento de Deus, como tenho a obrigação de levar aquilo que aprendo a outros que ainda não estão no mesmo ponto que eu. Contudo isto deve ser feito com humildade e respeito, evitando a todo custo promover divisão na Igreja.
Ouça o áudio desta mensagem - https://youtu.be/VumAHlsYh9s
Atos 19.1-7 registra a chegada de Paulo a Éfeso em sua terceira viagem missionária. Este pequeno relato nos mostra o nascimento da Igreja nesta cidade e revela-nos sobre temas importantes do cristianismo: condição de pessoas que não receberam a revelação plena do evangelho; diferença entre o batismo de João e o batismo de Cristo; línguas.
O texto
Paulo chega a Éfeso pouco depois da saída de Apolo para a Acaia. E ao que parece, Paulo e Apolo jamais se encontraram, apesar de um auxiliar ou completar o trabalho do outro (eu plantei; Apolo regou; mas Deus deu o crescimento – 1Co 3.6). Ali chegando, encontra discípulos, que em Atos é o mesmo que crente. Todavia, conheciam apenas o batismo de João Batista. Desconheciam a obra completa da Trindade e a própria Trindade. Conheciam o Pai, o Filho, mas “nem sequer ouvimos dizer que há Espírito Santo” (v. 2). Impondo Paulo as mãos, eles foram cheios do Espírito Santo, e como sinal, falaram em línguas.
Aplicações
1- Uma única condição para a salvação: Justificação pela fé.
“O justo viverá da fé”. Quatro vezes temos esta sentença na Bíblia, sendo a primeira em Hc 2.4 (Rm 1.17; Gl 3.11, Hb 10.38). Tanto na velha quanto na nova aliança, a salvação decorre da fé. E isto significa fé nos méritos de Cristo. Assim, Jesus Cristo é o nosso único e suficiente salvador. Nenhum mérito em nós mesmo, nenhuma obra que possamos fazer nos confere a Salvação. Se o Evangelho da salvação for resumido numa única frase, está é sem dúvida a única possível: o justo viverá pela fé.
Isto quer dizer que é possível pessoas salvas ainda que conheça parcialmente, ou mesmo com erros teológicos, todas as doutrinas das Escrituras
2- Necessidade de crescimento no aprendizado
A despeito do que é dito acima, crescer na graça e no conhecimento de Deus é uma ordem que os crentes devem cumprir, tanto no sentido de aprenderem quanto no sentido de ensinarem. Começando pela evangelização, indo até aos mais profundos ensinos das Escrituras. Mt 28.19,20; Cl 1.9,10; 2Pe 3.18.
3- Cada indivíduo será julgado de acordo como grau de revelação que ele recebeu (Mt 11.20-24; Lc 12.48).
Muitas vezes nos preocupamos com o outro que tem menos conhecimento das Escrituras que nós, e fazemos um juízo equivocado. Achamos que por sabermos mais, por temos mais luz, somos mais salvos que ele. Ou, em outras palavras, que ele ainda não é salvo.
Neste sentido, não devemos nos preocupar com outros. Devemos nos preocupar conosco mesmos. Qual a “porção” de revelação que eu tenho recebido? O que eu tenho feito com ela? Tenho obedecido ou tenho rejeitado?
Conclusão
Outros pontos importantes não foram analisados, como a diferença dos batismos e as línguas. No que diz respeito a salvação de pessoas que não recebem as revelações doutrinas mais amplas (para não dizer completas) vimos que Deus é justo e julgará cada um de nós de acordo com o que de fato nos foi recebido.
Tanto eu preciso crescer dia a dia no pleno conhecimento de Deus, como tenho a obrigação de levar aquilo que aprendo a outros que ainda não estão no mesmo ponto que eu. Contudo isto deve ser feito com humildade e respeito, evitando a todo custo promover divisão na Igreja.
Ouça o áudio desta mensagem - https://youtu.be/VumAHlsYh9s


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