LICENCIATURA EM FILOSOFIA
PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR - PCC
MAQUIAVEL – POVO E GOVERNO DO POVO
Marcus Vinicius Ferreira Santos
RA 1718650
Polo de matrícula
Boiçucanga – São Sebastião
2018
1 Introdução. 2
2 Pequena biografia. 2
3 Contexto histórico. 3
4 O príncipe. 5
5 Maquiavel foi maquiavélico?. 6
6 Fortuna e Virtu. 7
7 Maquiavel hoje. 8
8 Conclusão. 8
9 Apêndice. 10
9.1 Outras obras. 10
10 Figuras. 11
11 Bibliografia. 11
1 Introdução
Maquiavel é um dos mais importantes pensadores de todos os tempos. Sua contribuição para a ciência política é incomparável. Ninguém antes dele teve o brilhantismo de dizer o que ele diz em sua mais famosa obra, O Príncipe. Maquiavel foi o primeiro filósofo a pensar nas questões políticas do mundo real, ou, como diria Nelson Rodrigues, a política na vida como ela é.Maquiavel era cristão (e quem não era na Europa do século XV?) e, talvez, ele tenha compreendido mais perfeitamente que todos os seus contemporâneos o significado do texto da carta de Paulo aos Romanos: “Não há justo, nem um sequer” (BIBLIA, 1996). Maquiavel “escreveu sobre como o homem se comporta, e não como ele deveria se comportar” (CARNEIRO, 2015).

Figura 1
2 Pequena biografia
Bernardo di Niccolo Maquiavelli deve ter ficado tão feliz quando a parteira lhe disse que sua esposa, Bartolommea di Stefano Nelli dera à luz seu filho, um menino, que lhe deu o nome de Niccolò di Bernardo dei Machiavelli, ou, em português, Nicolau Maquiavel! Se fosse hoje, talvez se chamaria Junior. E já que nos tornamos íntimos do menino, simplesmente Maquiavel.Maquiavel era Italiano, da cidade de Florença. Nasceu em 3 de maio de 1469 e faleceu na mesma cidade, aos 21 de junho de 1527, pouco depois de completar 58 anos. Casou-se com Marietta Corsini em 1502 e teve seis filhos.
A família de Maquiavel não era abastada. A Itália daquela época estava em volta a muitas dificuldades políticas e econômicas, fragmentada em muitas províncias. Conforme nos informa Sadek (2006, p. 14),
A península era então constituída por uma série de pequenos Estados, com regimes políticos, desenvolvimento econômico e cultura variados. Tratava-se, a rigor, de um verdadeiro mosaico, sujeito a conflitos contínuos e alvo de constantes invasões por parte de estrangeiros.
Maquiavel, de acordo com Silva (2016) não teve uma vida folgada, e por isso seus estudos não foram tão acadêmicos como a maioria dos grandes na galeria dos filósofos importantes.
Dedicou-se exclusivamente aos estudos de assuntos de administração estatal e passou a exercer importantes funções burocráticas na República de Florença. No período entre 1494 e 1512, ocupou cargos de elevada responsabilidade pública e participou de várias atividades diplomáticas, convivendo intimamente com o poder e adquirindo a vasta experiência política que influenciaria decisivamente seus escritos posteriores. (SILVA, 2016).
Isto não quer dizer que ele não gostasse de estudar. Na verdade, ele aprendeu latim aos sete anos e mais tarde o grego. O florentino era também um dramaturgo. Ele escreveu algumas peças de teatro, comédias, e outros livros.
3 Contexto histórico

Figura 2
A Itália dos dias de Maquiavel em nada se parecia com as demais nações importantes da Europa daqueles dias. Ela estava fragmentada e muitas famílias importantes dominavam cada pedaço de suas divisões. E elas estavam em constantes guerras. Havia muita morte, traição, conspiração. O trono da Igreja Católica estava ali. E neste tempo, o Papa em nada era um santo. A imoralidade sexual carcomia o clero daqueles dias. A ganância também dominava o papado. Lembremo-nos de que Lutero, contemporâneo de Maquiavel, em 1517, pregou as 95 teses, cuja reclamação principal eram as indulgências.Cardoso dá uma ideia de como era a condição moral daqueles que detinha o poder na Itália de Maquiavel:
Antes disso nosso personagem influenciara monarcas, cardeais e mesmo papas com seus conselhos políticos e não se pejara de tomar como modelo um dos piores príncipes da época, o arquitemido César Bórgia, de quem se dizia ser amante da própria irmã, Lucrécia, sendo ambos filhos do papa Alexandre VI. (CARDOSO, apud MAQUIAVEL, 2010 l. 199-201). (o grifo é meu).
Além disso, Maquiavel era filho da capital do Renascimento. Sabemos que o Renascimento foi o movimento da sociedade europeia em busca do rompimento com os dogmas do Catolicismo, uma crescente valorização do homem e da ciência, também da razão e da natureza. Certamente isto contribuiu para que Maquiavel aprofundasse suas reflexões em separar a política da moral religiosa.
Por 14 anos Maquiavel trabalhou para o governo florentino. Nesta função ele viajou bastante, ora como embaixador, ora como conselheiro de governantes. Nesta época, Florença era uma república, diferentemente de outras cidades-estados que eram monárquicas ou principados.
Maquiavel era um republicano. Florença era republicana. Todavia, a família Medici assume o poder. E eles não eram nada republicanos. Por isso nosso cientista político é preso, torturado quase a morte. Ele é condenado a uma espécie de prisão domiciliar numa fazenda. E isto foi sua maior tortura, pois Maquiavel amava a política.
Neste interim, ele escreve cartas onde demostra sua depressão por não estar fazendo o que mais ama: política.
O destino determinou que eu não saiba discutir sobre a seda, nem sobre a lã; tampouco sobre questões de lucro ou de perda. Minha missão é falar sobre o Estado. Será preciso submeter-me à promessa de emudecer, ou terei que falar sobre ele (MAQUIAVEL, apud FUKS).
Em 1513, quando os Médici estão estabelecidos no poder, e quase sem esperança de ver a república permanecer de pé, Maquiavel escreve sua obra prima.
4 O príncipe
A obra é considerada pequena. O texto original vai ter cerca de cem páginas. O autor não é prolixo, não busca palavras rebuscadas. Vai direto ao ponto. Intencionalmente, como ele mesmo esclarece:Não adornei nem recheei esta obra de orações amplas ou de palavras pomposas e magníficas ou de quaisquer outros artifícios ou ornamentos extrínsecos, com os quais muitos soem descrever e adornar suas coisas; porque quis que nada mais a honrasse ou tornasse grata senão a exclusiva amplitude da matéria e a gravidade do assunto. (MAQUIAVEL, 2010, l. 600-603).
Com certeza Maquiavel não fazia a menor ideia da dimensão que seu livro ganharia. Ele o escreve no exílio, dedicado a Lorenzo di Piero de’ Medici, o príncipe de Florença naquele momento.
Desejando por meu turno oferecer-me à Vossa Magnificência com um testemunho da servidão que lhe devoto, não encontrei entre os bens que me são mais caros, ou tanto estime, senão o entendimento das ações dos grandes homens, aprendido por mim numa longa(...) Aceite, pois, Vossa Magnificência esta pequena oferenda com o mesmo espírito com que lha envio; obra que, se for lida e considerada com diligência, tornará patente meu extremo desejo de que o Senhor alcance a grandeza que a fortuna e outras suas qualidades lhe prometem (MAQUIAVEL, 2010, l. 594-608).
Para muitos está claro que a intensão era conseguir agradar os Médici, que assumiram o governo fiorentino, com a finalidade de pôr fim ao seu exílio. Não deu certo. Segundo relata o The Telegraph, em artigo assinado por Nick Squires, diz: “Machiavelli, known as the Prince of Darkness, then wrote The Prince in the hope of regaining the approval of the Medicis”[1] (SQUIRES, 2013).
Neste artigo, o autor entrevistou o professor Stephen Milner, que encontrou o documento que sentenciou Maquiavel à prisão. Ainda segundo a entrevista, o professor diz não haver provas de que os Médicis sequer teriam lido O Príncipe.
Na obra O Príncipe Maquiavel faz uma perfeita leitura da sociedade à sua volta. Não podemos fazer nenhum juízo de valor sobre a pessoa de Maquiavel. Todavia, sua capacidade de entender e sua coragem de descrever as pessoas como elas são, não como deveriam ser, precisa ser digna de nota. Ele enfrentaria a fúria da Igreja Católica, que dizia que os homens, notadamente os cristãos, são bons por natureza. Em especial os príncipes, pois o governo seria uma providência divina. Segundo Chaui (2010, p. 510), para eles “poder político só é legítimo se for justo e só será justo se estiver de acordo com a vontade de Deus e a Providência divina”.
Porém, Maquiavel diz: “Porque, de modo geral, pode-se dizer que os homens são ingratos, volúveis, fingidos e dissimulados, avessos ao perigo, ávidos de ganhos”. (MAQUIAVEL, 2010, p. l. 1478-1479).
5 Maquiavel foi maquiavélico?
Todos os autores que escrevem sobre Maquiavel irão dizer que duas injustiças são cometidas contra o fiorentino. A primeira é que a frase “os fins justificam os meios”. Todos são unânimes em dizer que estas palavras não estão na boca do filósofo. Mas estão em sua obra.No capítulo VII, Maquiavel elogia César Bórgia, que com muita atrocidade conseguiu o que desejava. Muitos dizem que Bórgia foi a inspiração para Maquiavel escrever seu livro. “Eu não hesitaria em citar aqui o exemplo de César Bórgia e de suas ações” (MAQUIAVEL, 2010, l. 1321).
A segunda seria o uso do adjetivo maquiavélico. Este termo conforme o dicionário eletrônico Priberan, define: “Em que predomina a astúcia, a má-fé e o oportunismo. Pérfido, ardiloso, velhaco” (MAQUIAVÉLICO, n.p). Mas... teria Maquiavel sido mesmo tudo isto? Não seriam seus inimigos e críticos que lhe imputaram esta pecha?
Não quero omitir um dos exemplos recentes. Alexandre VI nunca fez, nunca pensou em outra coisa senão em enganar os homens, encontrando sempre os meios de poder fazê-lo; e jamais houve homem com maior talento para asseverar algo, reforçando-o com infindáveis juramentos, e em seguida descumpri-lo; entretanto seus enganos sempre se seguiram ad votum[2], pois ele bem conhecia esse aspecto do mundo. A um príncipe, pois, não é indispensável ter de fato todas as qualidades acima descritas, mas é imprescindível que pareça possuí-las; aliás, ousarei dizer o seguinte: tendo-as e observando-as sempre, elas são danosas, ao passo que, aparentando tê-las, são úteis — como, por exemplo, parecer piedoso, fiel, humano, íntegro, religioso, e sê-lo (MAQUIAVEL, 2010, l. 1534-1541).
Bem, ninguém ousa fazer juízo de valor sobre a pessoa de Maquiavel. Sua genialidade e sua originalidade lhe conferem crédito o suficiente para temermos atribuir à pessoa da fiorentino tal acusação. Ademais, sua biografia desconhece que ele mesmo tenha agido com tamanha astúcia ou má-fé.
Por outro lado, talvez Maquiavel tenha sido o único a conseguir ser tão maquiavélico a ponto de o ser e não se fazer perceber que ele era.
Se tem uma coisa a ser aprendida com O Príncipe é que “política não se faz com água benta” (CROCE apud GOMES). Esta é uma frase que sintetiza o que Maquiavel quis ensinar em O Príncipe. Se você quer político, deixe a ética cristã de lado. Ambas, política e cristianismo têm éticas distintas. Um bom político jamais será um “bom” cristão. Vice e versa.
6 Fortuna e Virtu
Fortuna e Virtude (virtu) são dois termos muito usados por Maquiavel, e que alguns autores consideram que eles têm um significado todo próprio para o fiorentino.Fortuna, etimologicamente, é aquilo que se consegue pelo acaso, atribuído a uma ação divina. Na mitologia, Fortuna é o nome da deusa que dirige os homens. Então os homens estariam à mercê de uma sorte, ou de uma providência e pouco podem fazer para mudar as coisas.
Maquiavel, personificando a fortuna como uma mulher, vai dizer que ela precisa ser dominada e contida. Assim, ele concorda que até certo ponto estamos à mercê da sorte, das circunstâncias, sejam favoráveis ou não. Todavia, o príncipe precisa saber dominar as circunstâncias. Isto porque às vezes a sorte nos sorri, e alguns, pela sorte, podem herdar grande poder. Todavia, manter este poder é custoso, e somente os virtuosos conseguirão mantê-lo.
Ao que me parece, ao dizer: “entretanto, para que nosso livre-arbítrio não se anule, penso que se pode afirmar que a fortuna decide sobre metade de nossas ações, mas deixa a nosso governo a outra metade, ou quase” (MAQUIAVEL, 2010, l. 1923-1925), Maquiavel entende que em parte somos vítimas da fortuna, em parte podemos ser donos de nosso destino.
Já a virtu seriam as qualidades que fazem o príncipe driblar a fortuna, até mesmo subjugá-la. Quando ele faz alegoria da Fortuna como fêmea e virtu como macho, está falando da força, do poder. Assim como o homem tem a vantagem da força física sobre a mulher, por isso pode subjugá-la, o príncipe pode, ou melhor, deve, fazer o mesmo para permanecer sempre no poder.
Maquiavel ainda vai dizer que a virtu é também a capacidade de ser flexível, de mudar conforme as circunstâncias para sobrepujar a fortuna. Isto porque as circunstâncias modificam de um dia para o outro. Assim, “o príncipe que se apoia inteiro na fortuna se arruína tão logo ela varia” (MAQUIAVEL, 2010, l. 1935).
Maquiavel tem como fundamental para que o príncipe se mantenha no poder, ele precisa controlar o povo. Para isto ele também usa da analogia do leão e da raposa.
E, posto que é necessário a um príncipe saber usar do animal com destreza, dentre todos ele deve escolher a raposa e o leão, pois o leão não pode defender-se de armadilhas, e a raposa é indefesa diante dos lobos; é preciso, pois, ser raposa para conhecer as armadilhas e leão para afugentar os lobos — aqueles que simplesmente adotam o leão não entendem do assunto.(MAQUIAVEL, 2010, l. 1525-1528).
7 Maquiavel hoje
Qualquer pessoa com um pouco de capacidade de observação verá que nada mudou. Ainda que tenhamos observados avanços em repúblicas democráticas, com o a do Brasil, todavia ainda poucos governam sobre muitos, e alguns destes governantes parecem eternos no poder, ainda que a maioria esteja envolta em denúncias de corrupção.“Maquiavel, fingindo dar lições aos reis, deu-as ele, e grandes, aos povos” (SILVA, 2010). Se sim, é fundamental que cada um de nós entendamos a obra O Príncipe, a fim de nos precavermos contra as astúcias de dominadores.
Conforme nos ensina Quadros (2016) o Estado é a sociedade organizada politicamente. As pessoas que governam o Estado é o Governo. Assim, os governantes administram o Estado decidindo de acordo com as demandas que a sociedade exige deles.
O Príncipe deveria ser uma leitura obrigatória para todos os alunos do ensino médio, com a finalidade de preparar as gerações futura quanto a realidade nua e crua da política apresentada por Nicolau Maquiavel.
Indo além, é possível consideramos o príncipe um tipo para qualquer um que exerça algum tipo de autoridade sobre muitos? Seria um gerente, um dono de uma empresa, um príncipe? Assim, aquele que aspira tais cargos podem se valer dos concelhos maquiavelianos, se não para segui-los, talvez para evita-los? Se a política tem uma ética própria, o capitalismo e o liberalismo também as tem?
Conhecer profundamente O Príncipe certamente nos ajudará a refletir sobre isto.
8 Conclusão
Maquiavel é sem dúvida um gênio. Se ingênuo, um santo ou um demônio, não se tem certeza. Mas um gênio, sim, podemos cravar.Parece muito correto se pensar, hoje, que a publicação de O Príncipe tinha a intenção de livrá-lo do exílio. Infelizmente Maquiavel não conseguiu se valer de seus próprios conselhos, quando a fortuna se lhe tornou desfavorável. Não soube (ou não obteve êxito) usar a virtude na arte do conhecimento político e diplomático para ser liberto e voltar para o que lhe dava mais prazer: política.
9 Apêndice
9.1 Outras obras
Maquiavel não escreveu apenas O Príncipe. Algumas de suas obras outras são:- A Arte da Guerra
- Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio
- Asino d’oro
- A Mandrágora
- Novella di Belfagor
- Dialogo intorno alla nostra língua
- Andria
- Discorso sopra il riformare lo stato di Firenze
- Sommario delle cose della citta di Lucca
- Discorso delle cose florentine dopo la morte di Lorenzo
- Clizia, comédia em prosa
- Frammenti storici
- Sonetti
- Canzoni
- Ottave
- Canti carnascialeschi.
- Vita di Castruccio Castracani da Lucca
10 Figuras
Figura 1
ESTÁTUA DE MAQUIAVEL. Disponível em: < https://goo.gl/nXcN6y >. Acesso em: 15 nov. 2018.
MAPA DA ITÁLIA EM 1454. Disponível em: < https://goo.gl/MxHiUW >. Acesso em: 15 nov. 2018.
11 Bibliografia
BIBLIA Sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1996.
CARDOSO, F. Prefácio. In: MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Kindle. ed. São Paulo. LeLivros. 2010.
CARNEIRO, A. D. M. R. Nicolau Maquiavel e a Natureza Humana. Netmundi.org - Filosofia na rede, 2015. Disponivel em: <http://www.netmundi.org/home/2015/maquiavel-e-a-natureza-humana/>. Acesso em: 13 nov. 2018.
CHAUI, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
FUKS, R. Os fins justificam os meios. Cultura Genial. Disponivel em: <https://www.culturagenial.com/os-fins-justificam-os-meios/>. Acesso em: 15 nov. 2018.
GOMES, D. Ética e Política - Maquiavel - O Príncipe. Se liga na História, 2017. Disponivel em: <https://youtu.be/fkIRqIynRE0>. Acesso em: 15 nov. 2018.
LUBRANO, I. O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. Ler antes de morrer, 2018. Disponivel em: <https://youtu.be/SCZQzThIXBE>. Acesso em: 15 nov. 2018.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Kindle. ed. São Paulo: LeLivros, 2010. Não Paginada.
QUADROS, D. G. D. O Estado na teoria política classica: Platão, Arsitóteles, Maquiavel e os contratualistas. Curitiba: Intersaberes, 2016.
MAQUIAVÉLICO. In: DICIONÁRIO da Língua Portuguesa. Lisboa: Priberam Informática. 2008. Disponível em: <https://dicionario.priberam.org/maquiav%C3%A9lico>. Acesso em: 15 nov. 2018.
RENNO, P. Nicolau Maquiavel para o ENEN. Parabólica, 2018. Disponivel em: <https://youtu.be/rrMeyTQW_Qk>. Acesso em: 15 nov. 2018.
SADEK, M. T. Os clássicos da política. 14. ed. São Paulo: Atica, 2006.
SILVA, R. A Contribuição do Pensamento Maquiavélico para a Contemporaneidade. Investidura - Portal Jurídico, 2010. Disponivel em: <http://investidura.com.br/biblioteca-juridica/resumos/teoria-politica/184362-a-contribuicao-do-pensamento-maquiavelico-para-a-contemporaneidade-ricardo-silva.html>. Acesso em: 15 nov. 2018.
SILVA, R. D. P. E. Maquiavel e a "Realpolitik". PROAÍRESIS, 2016. Disponivel em: <https://conhecerepensar.wordpress.com/2016/10/24/maquiavel-e-a-realpolitik/>. Acesso em: 13 nov. 2018.
SQUIRES, N. Briton finds 500-year-old arrest warrant for Machiavelli. The Telegraph, 2013. Disponivel em: <https://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/italy/9871527/Briton-finds-500-year-old-arrest-warrant-for-Machiavelli.html>. Acesso em: 16 nov. 2018.

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