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O pedido de perdão de Fiuk; água mole em pedra dura...

Fonte: Metropoles.com
Sinceramente, eu nem sabia que já estava rolando o BBB 21. De verdade. Há meses não assisto TV. Agora só tem aquela empresa de séries e filmes. Perdi o hábito de ver TV. Ah, sim, notícias? Pois é, notícias só pelo rádio!

Foi pelo mensageiro de celular que recebi uma foto do tal Fiuk que chora e pede perdão por ser branco, hétero e masculino. Num primeiro momento, como muitos, ridicularizei. Um dia depois pensei: deve ter sido tudo roteirizado, combinado com a emissora, que defende a determinada agenda descaradamente, em especial a partir de 2019, por razões óbvias. 

No dia seguinte, suspeitei de uma brutal hipocrisia do rapaz, que está fazendo de tudo para ganhar a popularidade dos espectadores de tal lix... programa e embolsar o prêmio milionário. Ele não é bobo nem nada!

Hoje, ao estudar sobre o sexto mandamento, “não adulterarás”, refletindo sobre o comportamento sexual para elaborar meus argumentos, repentinamente me veio um insight: Fiuk pode ter sido absolutamente sincero.

Neste momento, todo o meu deboche por ele se transformou em empatia, dó e uma vontade enorme de poder confortá-lo. Vou explicar.

Partindo da hipótese de o garotão não ter sido instruído e não ter sido hipócrita, ele teve, se não antes, naquele momento, uma experiência metafísica de “novo nascimento”.

O meio em que ele é obrigado a viver para ter o sucesso que busca o bombardeia 24 horas por dia com o engano de que ser homem, hétero e branco é pecado, é monstruoso, é nocivo. Em outras palavras, Fiuk seria tudo de ruim. E por ser desse jeito, ele não poderia ser bem aceito no meio daqueles que pensam assim.

O choro e a confissão do artista seriam então o momento visível de sua transformação interna, de sua “conversão” à doutrina maligna sacerdotes do progressismo. Fiuk foi a manifestação pública do que tem acontecido com inúmeras pessoas neste planeta. 

O filho do cantor famoso pode ter sido sim profundamente sincero. Profundamente equivocado, mas, sincero. É aí que dá pena. Ele não está sozinho. Milhares mundo inteiro estão sendo convencidos de que ser do sexo masculino, hétero e branco é um pecado. Pessoas assim são uma aberração da natureza. Ou elas se convencem que não são brancos, e/ou héteros e/ou masculinos ou elas precisam ser eliminadas. Serão lançadas no gueto da sociedade. Serão consideradas lixo humano, ou semi-humanos.

Uma das necessidades básica do homem, segundo Maslow, é ser aceito. O sentimento de pertencer a um grupo é tão fundamental quanto o ar, a água e a comida. Ser deixado no aterro sanitário da sociedade é o que ninguém deseja. Vê-se então como única saída o convencer-se de que não se deve ser hétero, homem e branco.

Dá dó! 

Entretanto, como conhecedores da Verdade do Evangelho de Jesus, temos o dever de mostra-lhes a verdade. “E não vivam conforme os padrões deste mundo, mas deixem que Deus os transforme pela renovação da mente, para que possam experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2).


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