Subscribe Us

Dia 209 - Deus cuida dos seus em todas as circunstâncias


Quando amanheceu, os judeus se reuniram e juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo.

Eram mais de quarenta os que se envolveram nessa conspiração.

Estes foram falar com os principais sacerdotes e os anciãos e disseram:

   — Juramos, sob pena de maldição, não comer coisa alguma, enquanto não matarmos Paulo. Por isso, agora, juntamente com o Sinédrio, mandem um recado ao comandante para que ele o apresente a vocês, sob o pretexto de que desejam investigar mais acuradamente o caso dele; e nós, antes que ele chegue, estaremos prontos para matá-lo.

Mas o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido a respeito da trama, foi, entrou na fortaleza e contou tudo a Paulo. Então este, chamando um dos centuriões, disse:

   — Leve este rapaz ao comandante, porque tem algo a dizer.

O centurião levou o rapaz ao comandante e disse:

   — O prisioneiro Paulo me chamou e pediu que eu trouxesse à sua presença este rapaz, pois tem algo a dizer ao senhor.

O comandante pegou o rapaz pela mão e, levando-o para um lado, perguntou-lhe:

   — O que você tem para me dizer?

Ele respondeu:

   — Os judeus decidiram pedir ao senhor que, amanhã, apresente Paulo ao Sinédrio, sob o pretexto de que desejam fazer uma investigação mais acurada a respeito dele. Não se deixe persuadir, porque mais de quarenta deles armaram uma emboscada. Fizeram um pacto de, sob pena de maldição, não comer, nem beber, enquanto não matarem Paulo; e agora estão prontos, esperando que o senhor prometa atender o pedido deles.

Então o comandante despediu o rapaz, recomendando-lhe que não dissesse a ninguém ter lhe trazido estas informações. Chamando dois centuriões, ordenou:

   — Tenham de prontidão duzentos soldados, setenta cavaleiros e duzentos lanceiros para irem até Cesareia a partir das nove horas da noite.

Preparem também animais para fazer Paulo montar e levem-no com segurança ao governador Félix.

O comandante escreveu uma carta nestes termos:

 "Cláudio Lísias ao excelentíssimo governador Félix. Saudações. Este homem foi preso pelos judeus e estava prestes a ser morto por eles, quando eu, sobrevindo com a guarda, o livrei, por saber que ele era romano. Querendo certificar-me do motivo por que o acusavam, levei-o ao Sinédrio deles. Descobri que ele era acusado de coisas referentes à lei que os rege, mas nada que justificasse morte ou mesmo prisão. Sendo eu informado de que ia haver uma emboscada contra o homem, tratei de enviá-lo imediatamente ao senhor, intimando também os acusadores a irem dizer, na sua presença, o que eles têm contra ele. Passe bem."

Então os soldados, conforme lhes foi ordenado, pegaram Paulo e, durante a noite, o conduziram até Antipátride.

No dia seguinte, voltaram para a fortaleza, tendo deixado os cavaleiros encarregados de seguir viagem com ele.

Quando estes chegaram a Cesareia, entregaram a carta ao governador e também lhe apresentaram Paulo.

Lida a carta, o governador perguntou de que província Paulo era. E, quando soube que era da Cilícia, disse:

   — Ouvirei você quando chegarem os seus acusadores.

E mandou que ele ficasse preso no Pretório de Herodes


Atos 23.12-35


Nova Almeida Atualizada© Copyright © 2017 Sociedade Bíblica do Brasil. www.sbb.org.br
Imagem:https://bibliotecadopregador.com.br/paulo-perante-felix-licoes-de-fe-e-perseveranca-em-atos-24/

Postar um comentário

0 Comentários